
LIGA DOS AMIGOS DE ABRANTES
“TRÊS HOMENS… TRÊS DEDICAÇÕES”
“TRÊS HOMENS… TRÊS DEDICAÇÕES”
Após a aprovação do Estatutos em 10 de Novembro de 1949, pela comissão organizadora da Liga dos Amigos de Abrantes, tomaram posse no Salão Nobre do Montepio Abrantino (cedido para o efeito) os primeiros directores, os senhores Rogério Ribeiro, licenciado em farmácia, Roberto Palma, industrial de ourivesaria e Humberto Inácio Ferreira, chefe aposentado dos serviços dos C.T.T.


Estes esforçados elementos directivos, numa verdadeira comunhão de ideias, vêm prosseguindo activamente no desenvolvimento e progresso do concelho, em benefício do qual consagram os seus trabalhos. Nesse sentido, impõem como meta chamar a atenção dos portugueses para as maravilhas que o concelho de Abrantes encerra, quer do ponto de vista paisagístico, quer histórico.
Um dos primeiros cuidados da Liga dos Amigos de Abrantes foi elaborar bons prospectos de propaganda regional que espalhou pelo País inteiro, chamando a atenção para a “Cidade Florida”, título com toda a justiça conquistada há anos, devido à formosura inigualável dos seus jardins.
A forma como os dirigentes da L.A.A, propagaram por todo o País a sua terra incluiu Abrantes nos itinerários nacionais, aumentado assim o número de forasteiros a visitar a cidade.
Embora já tivesse existido em Abrantes, no ano de 1887 uma “Biblioteca Popular”, mais tarde “João de Deus” e anos mais tarde (1889) ter sido criada a “Biblioteca Escolar de S. Vicente”, a Liga dos Amigos de Abrantes faz nascer um novo conceito de leitura ao “ar livre”. Assim, em 1951, conjuntamente com o concurso da JANELA MAIS FLORIDA, inaugurou-se no Jardim da Praça da República a "primeira Biblioteca Popular ao ar livre", com a presença do Exmº Presidente da Câmara, entidades oficiais, enquanto a Banda da Sociedade Instrução Musical, tocava números do seu repertório.





Tendo por lema “TUDO POR ABRANTES”, esta prestigiada instituição abrantina que arrancou com cerca de duzentos sócios, espalhados pelo País, Colónias e Estrangeiro, acolheu no seu seio toda a gente, independente do credo político e religioso, que tivesse como intenção fomentar o progresso da cidade numa atmosfera de entusiasmo e concórdia que em 2 de Fevereiro de 1980 se propunha atingir os mil sócios, já não existe.
Não existindo L.A.A., desconhecendo-se onde encontrar o seu espólio: livro de actas, biblioteca, quadros, mobiliário, Noticiários da Liga, será pois, impossível refazer a sua história.
Para que a história da Liga dos Amigos de Abrantes não seja esquecida, ficam as fotos possíveis de um passado recente, obra de Rogério Ribeiro, Roberto Palma e Humberto Inácio Ferreira (“TRÊS HOMENS… TRÊS DEDICAÇÕES”).

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