Translate

ABRANTES - FOTOS 6,5x6,5 - ANOS 35/40 SÉCULO PASSADO

CARÍSSIMOS BLOGUISTAS
Um problema de saúde articular impede-me de continuar a manter a "HISTÓRIA MILITAR DE ABRANTES". Logo que esteja mais ou menos restabelecido, continuarei a publicar os restantes "Capítulos" que estão prontos, faltando apenas actualizações que foram surgindo ao longo do tempo.
Para não defraudar os seguidores deste blog, publico uma série de fotos de Abrantes anos 35/40 do século passado.
Nota: Por serem fotos em papel (6,5X6,5), não possuem qualidade necessária. 
Ringue Convento S Domingos

Ringue Convento S Domingos

Ringue Convento S Domingos
Procissão
  
Campo Futebol Vale Roubam

Campo Futebol Vale RoubamAdicionar legenda

Campo Futebol Vale Roubam

Campo Futebol Vale Roubam

Campo Futebol Vale Roubam

Campo Futebol Vale Roubam

Obras escada Igreja S João 

Pintor José Paulo

Judiaria

Judiaria 

Ministro Obras Publicas - Aeródromo Tancos

Ministro Obras Publicas - Aeródromo Tancos

Ministro Obras Publicas - Largo da Câmara

Ministro Obras Publicas - Largo da Câmara

Ministro Obras Publicas - Largo da Câmara

Placa  (Mosaico) de flores realizada pelo meu avô Mestre Jardineiro Simão Vieira

Placa  (Mosaico) de flores realizada pelo meu avô Mestre Jardineiro Simão Vieira

Placa  (Mosaico) de flores realizada pelo meu avô Mestre Jardineiro Simão Vieira - na foto

Procissão

Tainho - Cheias do Tejo

Pic Nic - Quinta D Amèlia Vale de Roubam

Pic Nic - Quinta D Amèlia Vale de Roubam

HISTÓRIA MILITAR DE ABRANTES (VII)

Por José Manuel d’Oliveira Vieira
1812
-Desde 1811 até final de 1812 esteve em Abrantes o Regimento de Infantaria Nº 13a. 
JANEIRO 6: No oficio nº2, Beresford, refere ao Ministro da Guerra a dispensa 144 Ordenanças que o Juiz de Fora do Redondo menciona na relação, para manufacturarem Saragôças para fardamento dos Batalhoens de Caçadores… porem devo observar a V. Exª, que a esperar-se que se fabriquem as Saragôças, para se vestirem aquelles Corpos, os Soldados sofrerão o frio do Inverno, e isto fará com que se percão muitos deles, e por isso tenho por conveniente que se lance mão do recurso de se fazer aquelle fardamento de pano, cuja côr se aproxime á da Saragôça, e que seja bom. Deos guarde a V. Exª - Quartel General de Abrantes 6 de Janeiro de 1812 – Assina: Beresford11.
-Na mesma data: Conde Trancoso (Beresford) com o seu Quartel-general em Abrantes, no ofício nº 3, solicita que D. Miguel Pereira Forjaz se digne passar ordens ao Arsenal Real para remeter para os depósitos particulares de recrutas dos Batalhões de Caçadores Nº 2 e 5 que se acham estabelecidos na Praça de Abrantes o armamento a seguir descriminado11:  
Batalhão de Caçadores Nº 2 - Espingardas 34, bayonetas 34, boldriés 34, patronas com correas 34, martelinhos 117, sacatrapos 117 e guarda feixos 11711
Batalhão de Caçadores Nº 5 - Espingardas 18, bayonetas 18, boldriés 54, patronas 46, martelinhos 84, sacatrapos 83 e guarda feixos 84*11. 
* Este armamento, segundo a relação do Quartel-general de Calhariz, poderá apenas ter sido transferido para Abrantes a 5 de dezembro.
-Na mesma data: Ofício nº 5 - A partir de Abrantes, onde se encontra com o seu Quartel-general, Beresford reclama a preocupação que é para os Exércitos na Fronteira se tiverem de retroceder por lhes faltar os meios de subsistência por motivo de desordem e não estarem regulamentados os meios de transporte de água e terra (zona de residência dos mesmos), continuando estes meios de transporte em desordem e a fugir11.
JANEIRO 9: Para cobrir a nudez da maior parte dos sentenciados que chega à Praça de Abrantes, são requisitados 300 a 400 vestuários ordinários compostos apenas por 1 (uma) jaqueta, 1 (um) colete, 1 (umas) pantalonas*11
*Pantalonas (calças): Ordem do dia 26 de Setembro de 1809, parágrafo 3º diz: As pantalonas (calças) deverão ser feitas de maneira que sejam abertas nas pernas, e bastante largas, e de maneira que se possam usar por fora das polainas.

Pantalonas
JANEIRO 12: Da cidade Rodrigo chegam noventa Prezioneiros, que ali tinham ficado feridos, doentes destes oitenta e dois forão hontem remetidos pª Lisboa seis entrarão no Hospital e dois morrerã assim que chegarão forão com os ditos mais onze desertores como também oito que shairão do Hospital dos que tinham vindo antecedentemente assim faz a soma de 10111.
JANEIRO 17: Para colmatar a falta de grilhetas destinadas aos sentenciados, já solicitadas ao Arsenal Real em 29 de Novembro último, utilizam-se os meios existentes em Abrantes para o fabrico das mesmas11
JANEIRO 31: Da Cidade Rodrigo, às 5 horas da tarde chegam a esta Praça 1.264 militares (cabos, soldados, anspeçadas) e 57 (oficiais). No Hospital ficaram 54 soldados e morreram 3. No primeiro trânsito marcharam 713 e por não haver barcos suficientes ficaram 605 às ordens do Marechal General Lord Conde do Vimeiro, para embarcarem logo que haja embarcações.
No mesmo oficio, João Lobo Brandão de Almeida, refere ter chegado a esta “Villa” de Abrantes o Governador da Cidade Rodrigo e mais 2 oficiais. 
-Na mesma data: Governador da Praça de Abrantes, Brandão de Almeida refere a D. Miguel Pereira Forjaz que os, sentenciados chegão nus e cobertos de mizeria do que tem resultado adoecerem muitos hirem para os Hospitaes fazerem gasto extraordinário á fazenda e serem inúteis no serviço publico11.
FEVEREIRO 6: Brandão de Almeida, Governador de Abrantes para D. Miguel Pereira Forjaz: Participo a V. Exª, que daqui partirão hoje 588 prizioneiros Francezes, os quais não poderam marchar, athe o prezente por cauza do grande temporal, que houve, e a grande cheia do Tejo: No Hospital doentes de toda a Divizão, que aqui chegou ficarão 91 e tem morrido dos mesmos11
FEVEREIRO 7: As cheias do Rio Tejo em Abrantes tiveram início no dia 29 de Janeiro e fim 6 de Fevereiro. Apenas uma velha amarra de uma das 34 barcas da ponte rebentou. A dimensão da cheia, a altura que a mesma atingiu, em vinte palmos e meio, o número de barcas necessárias se não estivesse concluído o novo Caes de pegoens, seriam necessários 49 barcas, os prejuízos na ponte de Vila Velhão e Punhete, tudo é pormenorizado nesta carta pelo engenheiro Manuel de Sousa Ramos ao Ministro da Guerra D. Miguel Pereira Forjaz11.
FEVEREIRO 23: Apesar das fortes correntes, barcos carregados de cobertores e casacões militares chegam ao Porto de Abrantes, no total de 188 fardos11.
FEVEREIRO 26: Carreteiros (9) e ferrador (1), não militares, enviados pelo Corregedor de Portalegre, destinados para o serviço Britânico, desertaram a caminho de Abrantes11
Nota: Não sendo militares, os carreteiros tornaram-se um instrumento fundamental em tempo de guerra e durante os seus preparativos, peça fundamental em termos logísticos, transportando homens, mantimentos e os mais diversos equipamentos indispensáveis ao funcionamento da máquina de guerra da altura b 
 
1812 – Carro de bois conduzido por “carreteiros”  
Capitão Manuel Isidro da Paz
FEVEREIRO 28: Guimarães apronta o envia para Abrantes 24 indivíduos para servirem no Comboios Ingleses de Carretas na Praça de Abrantes.
No itinerário da marcha consta o início a 28 de Fevereiro e chegada dos carreteiros a esta “Villa” no dia 9 de Março11
MARÇO 1/2/3/4/6/8/9: No álbum de campanha realizado pelo Capitão Manuel Isidro da Paz, durante a Guerra Peninsular, podemos ver em detalhe as marchas diárias, itinerários e três croquis dos reconhecimentos na área de Abrantes. Além de itinerários e croquis o álbum contém desenhos a carvão, tinta, aguadas e aguarela, relativos a paisagens rurais, interiores, vida quotidiana, retratos, esboços, uniformes, pormenores da vida militar vividos pelo Capitão Isidro da Paz durante as campanhasc.
1812 – Croquis Itinerário – zona de Abrantes
Capitão Manuel Isidro da Paz
ABRIL 9:Nesta data e não em 12 de Fevereiro foram mandados apresentar na Praça de Abrantes 24 carreiros do Porto destinados aos bois e carros que se encontravam prontos e com os quais Lord Wellington pretendia fazer transportes para Badajoz. Na carta do Corregedor e Provedor da Comarca do Porto segue relação nominal dos carreiros e itinerário dos mesmos com inicio em “Crejo” até à Praça de Abrantes11
Nota: Indignado pelo não cumprimento da ordem dada em tempo oportuno, Conde de Trancozo (Beresford), em carta enviada no dia 8 de Maio ao Ministro Forjaz, manifesta o pouquíssimo zelo e o deliberado propósito na execução da ordem dada ao Corregedor do Porto, José Dique da Fonseca11
ABRIL 13: Para o “Thelegrafo” de Abrantes é enviada a seguinte mensagem: Participar a Marechal Beresford, q. no dia 11 do corrente vierão huns 5.000 homens de Cavalaria Inimiga a Alpedrinha, Souveriera Formoza, e Fundão saquear
-No mesmo dia: Pelo “Thelegrafo” é mandada enviar para a Abrantes a mensagem: Marechal Beresford ordena que Governador reúna sem demora sua Guarnição, e se ponha no melhor estado de Defesa11. (
1812 - Boletim Thelegrafo
ABRIL 15: Para segurança da Praça de Abrantes no caso de ser atacada pelo inimigo, entram nesta Vila os Regimentos de Cavalaria Nºs 5,8 e 9, Milícias de Santarém e Tomar. As poucas armas em depósito e doentes do Hospital foram distribuídas a alguns militares dos Regimentos de Cavalaria que tinham ficado nesta Praça. Nesta carta, o Governador da Praça de Abrantes refere a D. Miguel Pereia Forjaz: eu estou prevenido e toda esta Guarnição, disposta a dar o ultimo suspiro, pella Croa do Nosso Legitimo Suberano, e defendendo este ponto, contribuir para a segurança da nossa Patria…11 
ABRIL 27: Por ordem do Marechal Conde de Trancoso, Governador da Praça de Abrantes, por telégrafo faz passar aviso a D. Miguel Pereira Forjaz, para que os Fardamentos que se mandarão vir para Abrantes para os Batalhoens Nºs 4, e 5, se demorem em Lisboa, e no cazo de virem já pello Tejo para que voltel lgº para Lx.a  11.
MAIO 21: Fardamentos destinados ao Batalhão de Caçadores Nº 7 e 8, enviados a Nisa por barco, foram roubados pelos barqueiros. Já com os barqueiros presos em Abrantes, Beresford dá ordem para os transportes levarem escolta militar e responsabilizar barqueiros (ver JUNHO 5) 11.
MAIO 4: O Governador da Praça comunica ao Ministro da Guerra que as ordens expedidas pelo Arsenal Real do Exército no dia 27 de Março para serem remetidas à Praça de Abrantes 300 camisas, igual número de barretes de polícia e pares de sapatos não se realizou. Insatisfeito por não chegar à Vila de Abrantes o material solicitado, Brandão de Almeida, refere ainda na mesma carta: Rogo a V. Exª estes objectos, pois que a falta deles, contribuem muito para aumentar a mizeria, e desgraça destes infelizes, os quaeschegando já ao numero de quatro centos cinquenta (450), e tantos, e destes cento e tantos, se achão no Hospital, e isto certamente mutivado pello frio que sofrem,  pella falta  dos Objectos assima declarados, como de coberturas, e Camas: e como diariamente estão a chegar  mais destes indevido-os, já não há grilhetas; portanto, igualmente Rogo a V. Exª , queira dar as suas ordens, para que sejam remetidas com a menos demora possível mais cem (100) grilhetas*11.
*Corrente com duas argolas de ferro que cingem as pernas dos condenados a trabalhos públicos.
MAIO 16: O correio de “Postas” entre Monforte e Abrantes continua estabelecido com 6 pontos de muda (Monforte/Portalegre/Alagôa/Toloza/Gavião/Abrantes). Para o efeito são utilizados 25 mossos e 25 égoas11
Nota: Sobre o correio de “Postas” ver “ABRANTES MILITAR V - Correio do Reino 1808/1817”, artigo de José Manuel d’Oliveira Vieira, publicado neste “BLOG”, no mês de Agosto de 2016:
MAIO 20: Regimentos Nº 3 e 15 e um Batalhão de Caçadores dirigem-se a Abrantes para receber fardamento e recebe ordem para “Pagador” de Abrantes lhes pague o “Prets” 11
-Do mapa das Milicias que se achão em Armas (20MAI) ocupam posição na Praça de Abrantes: 1 (um) Batalhão do Regimento de Santarém com 535 milícias e 1 (um) Batalhão do Regimento de Tomar com 486 milícias11
MAIO 28/30: Continuam as comunicações telegráficas Lisboa/Abrantes11. Como nem tudo pode ser explicado por Telégrafo o Governador da Praça de Abrantes envia ao Ministro da Guerra cópia da correspondência recebida11
JUNHO 1:Governador da Praça de Abrantes, Lobo Brandão para o Ministro da Guerra Pereira Forjaz: Sendo Abrantes, hum ponto sentral, que comunica pª todos os pontos do Reino, principalmente pelo motivo das poziçoens que actualmente ocupão os nossos Exercitos nas fronteiras me parece seria útil, que aqui houvesse hum Depózito de sentenciados de toda a espécie, como igualmente de ferramentas, visto a todo o momento serem requeridas, e a distancia Do Arsenal Real de Lisboa ser longa … como também sendo icencial tratar da limpeza desta Praça, e como esta so se pode fazer nas actuaes circunstancias Militarmente; para isto mesmo são necessárias ferramentas, e não se tratando deste objecto como se deve pode resultar grande prejuízo, a saúde dos habitantes, e da Tropa… 
JUNHO 5: Para execução do “AVIZO” que lhe foi dirigido, Bernardo Gorjão Henriques, juiz de fora de Abrantes envia ao Ministro da Guerra, Pereira Forjaz, a investigação do roubo cometido pelos barqueiros11
1812 - Bernardo Gorjão Henriques da Cunha
Juiz de Fora de Abrantes
JUNHO 15:Major José Francisco António Dias recebe do Engenheiro das Pontes Militares de Abrantes, Manuel de Sousa Ramos a Direcção da Comissão e todo o expediente, por lhe ter sido intimidada voz de prisão para responder em Concelho de Guerra11
SETEMBRO 30: Pelo Arsenal Real das Obras Militares ficamos a saber que se achão 209 Calcetas metidos em huma Caza do Convento das Freiras da Esperança, q. apenas poderá accomodar 100; e 220 em huma pequena Igreja de Lage dedicada a S. Francisco no Reducto de Stº António, e sem Tarimbas: para melhorar a ccommodação dos Calcetas*, e evitar moléstias, q. se vão propagando, propõe q. se faça uso de hum grande armazém, q. há no dito Convento da Esperança, q. por este Real Arsenal se concertou o anno passado, e se arranjou para servir de Depozito de Recrutas, o qual hé muito vantajoso pela segurança: presentemente pode ser mudado para a Igreja da Mizericordia. Este Armazem e a Igreja de S. Francisco tem capacidade para alojarem comodamente todos os prezos[…]Nesta carta fica-se ainda a saber que Brandão de Almeida não quer ceder Calcetas para os pinhais da Camara e que os mesmos fazem falta para a obra do muro do Hospital Militar…11 (AHM-DIV-1-14-097-37_m0003/4/5)
*Sentenciados obrigados no calçamento de vias eram chamados de “calcetas”.
ORÇAMENTO DAS OBRAS
-Igreja de S. Francisco (Reduto de Stº António) para presos de grilhetas: tarimbas, tapar uma porta de pedra e cal para segurança dos presos, concerto do telhado da mesma Igreja – 180#000
-Convento da Esperança: Vigas e assoalhar a casa que dá entrada para o Quartel onde estão os presos, concertos no coro de baixo que se acha cheio de cevada, pedraria e grade de ferro para uma janela do dito coro, tudo preciso para segurança dos presos11. 
 
OUTUBRO 15: Caetano António de Almeida, Coronel Governador da Praça de Abrantes, chama o Assistente de Deputado José Simões de Carvalho, o qual lhe assegura não haver inconveniente em se remover o grão que está no armazém da Esperança para a Igreja da Misericórdia11
OUTUBRO 20: Frei Vicente Ferreira (ou Ferrer) da Rocha, Bispo de Castelo Branco (1782-1814) sobre as Igrejas de Abrantes: Aquellas Igrejas, que servem de Freguezias, e que não tenhão Sacrario a onde esteja o Santissimo Sacramento…, retiradas as imagens, podem servir de depósito de munições… nesta figura considero a Igreja da Misericórdia, podendo ser socorridos os infermos do hospital da dita casa, da Freguesia de S. João, q.lhe he próxima…11
OUTUBRO 30: Caetano António de Almeida, governador interino da Praça de Abrantes, informa o Ministro da Guerra sobre o número de presos necessários para as obras dos quarteis de Abrantes e todos os restantes destinados à fortificação da Praça11. (AHM/DIV/1/14/098/40m0001).
DEZEMBRO 20: Aviso remetido às autoridades de Santarém, para que no início de Janeiro de 1813, todas as barcas da Chamusca, Barquinha, Punhete e Abrantes, ficam ao serviço do Exército Português. A não obediência a este aviso aplica-se pena de prisão11 (ver no próximo mês: JANEIRO 1813)
11AHM
a Verbetes cedidos pelo proprietário e digitalizados para a realização de “Abrantes Militar”, que foram pertença Dr Diogo Oleiro.
b (A “BANDA D’ALÉM” E A CIDADE DE LISBOA DURANTE O ANTIGO REGIME: UMA MPERPECTIVA DE HISTÓRIA ECONÓMICA REGIONAL COMPARADA - Ventura, António Gonçalves – Doutoramento em História Especialidade: História Moderna 2007).
c Arquivo Nacional Torre do Tombo - PT/TT/CF/0212.