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HISTÓRIA CULTURAL E COMERCIAL DE ABRANTES - ANO 1954

 

CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA CULTURAL E COMERCIAL DE ABRANTES: BODAS DE PRATA (MCMXXIX-MCMLIV) - ORFEÃO ABRANTINO – PINTO RIBEIRO.

No dia em que o Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro fez a BODAS DE PRATA, foi publicado um pequeno livreto para assinalar o “Grandioso Sarau Comemorativo” das “Bodas de Prata” (4 fevereiro de).

Porque faz parte da história da nossa cidade, e porque me foi pedido, publico a parte cultural (I Parte) e na próxima semana publicarei a (II Parte), com os patrocínios a este evento.
No programa é possível ver um erro tipográfico: onde se lê MCMXXIV (1924) deve-se ler MCMXXIX (1929).


























FAMÍLIA MALDITA

 Em 1886 o autor "Meirinho de Caldeirão" escreveu uma novidade literária dando como título "FAMÍLIA MALDITA" OS TENEBROSOS. Até à data não consegui localizar em nenhuma biblioteca o referido livro. Hoje recorro ao meu BLOG "COISASD'ABRANTES" para ver se algum leitor consegue informar onde posso ver, ler ou comprar o livro.

Qualquer informação agradeço: jose.vieira.abt@gmail.com

Para uma melhor pesquisa aqui coloco a única coisa que possuo sobre o livro em questão:

 

GUIÃO - ROTEIRO PELAS HISTÓRICAS PORTAS DE ABRANTES ANOS: 1801/1810/1817

Está concluído o guião/roteiro pelas históricas "PORTAS DA VILLA DE ABRANTES", Quando em 2010 fiz a pesquisa sobre os locais originais onde estavam as portas das reparadas fortificações das muralhas da praça de guerra de Abrantes, era minha intenção associar o projeto a um "Roteiro de Turismo Militar", destinado à comunidade escolar e ao povo abrantino em geral. Como nunca concretizei a ideia, nem sequer apresentei o projeto a quem de direito, aqui deixo o guião para quem dele quiser servir. No fim encontrará o mapa militar com todo o trajeto:














QUINCHOSOS/RUA BOCA DOS QUINXOZOS

LADEIRA DOS QUINCHOSOS: no “post” do FACE, quando devia escrever “QUINCHOSOS” escrevi “QUINXOZOS”. A razão de tal ter acontecido deve-se a um pequeno texto que tinha escrito sobre as “oito (8) portas da então Villa de Abrantes enquanto Praça de Guerra”. Uma vez reposta a grafia correta, apresento desta vez um negativo de CVD onde podemos ver a “Ladeira dos Quinchosos” tal como era na década de 40 do século passado. Embora o local sempre fosse conhecido como Quinchosos (devido à existência de pequenos quintais das casas da Rua da Barca), o topónimo “Ladeira dos Quinchosos” apenas foi atribuído em 1993 (Acta nº49 29-11-1993 CMA).

RUA BOCA DOS QUEIXOZOS: nome de uma rua de Abrantes que não consta em nenhum livro conhecido de toponímia abrantina e já referido em 1801.
Quanto ao nome “Rua Boca dos Queixozos=queixosos”, atualmente Rua dos Quinchosos, à época, porta de entrada para a “gafaria”, parece não haver muitas dúvidas sobre a atribuição do “topónimo”.
Sobre as “gafarias” de Abrantes ver:
https://coisasdeabrantes.blogspot.com/2020/04/abrantes-pestes-lazaretos-gafarias.html


ALFERRAREDE (ABRANTES) - MANUEL INÁCIO BARQUINHA

 ALFERRAREDE (ABRANTES): na década de 50/60 do século passado ainda existia em Alferrarede, a oficina de “Manuel Inácio Barquinha”.

Para registo da história de Alferrarede publica-se um pequeno texto da atividade desta firma e imagens do local:

Construção civil:  pás, picaretas, marretas, carrinhos de mão, malhos, cunhas, marretas de britar, alavancas, arranca pregos, guilhos, picos, camartelos, faz-tudo, picolas, assentadores, corta-frio, degoladores, boleadores, talhadeiras de bigorna.

Ferramentas agrícolas: enxadas, sachos, forquilhas, podoas, machados, etc. (de vários modelos).

Máquinas industriais e agrícolas (usadas):  caldeiras, motores, guinchos, prensas, etc.

Oficina de correeiro e calçado: encarrega-se de consertos.

Compra e venda: fábricas e oficinas completas, máquinas e caldeiras a vapor, lagares, materiais de caminho de ferro e ninas, navios, sucatas de latão, cobre, bronze, ferro forjado e fundido, veios, tambores etc.

Fatos novos e usados – lonas – oleados e artigos militares.

 Automóveis e acessórios usados eram igualmente comercializados por esta firma que tinha a sua sede em Lisboa.

-In “Abrantes Cidade Florida”.

-Imagens: de Manuel Martinho, um fotógrafo e empresário, proprietário do "Independente - Jornal de Alferrarede" que deixou história no Concelho de Abrantes.



















ABRANTES - CERÂMICA DE S. LOURENÇO

 CERÂMICA DE S. LOURENÇO, Ldª

Hoje poucos se lembrarão desta antiga cerâmica abrantina, localizada na que foi a estrada de S. Lourenço, hoje Rua da Capela de S. Lourenço.

Não fosse um seguidor do “COISASD’ABRANTES”, militar no R.I.2. entre 1976/1977, não ver neste blog a antiga fábrica de cerâmica “S. LOURENÇO”, onde tantas vezes passou, este pequeno texto e imagens não existiriam.

Situada a pouco mais de 100 metros do muro do antigo Quartel do Regimento de Infantaria Nº 2, atualmente Regimento de Apoio Militar de Emergência, encontrava-se a fábrica de Ernesto Nunes e Maria da Conceição (viúva), ambos da Chainça.

Onde atualmente se erguem vivendas (Rua da Capela de S. Lourenço), à época em que prestei serviço no R.I.2, ainda eram vivíveis as colunas dos secadores ao ar livre desta indústria de construção civil.

Para memória da história local, ficam as imagens de uma indústria de cerâmica que existiu ás “portas de Abrantes”.

-Imagens da fábrica retiradas do livro “Abrantes Cidade Florida” - Edição C.M.A.

-Imagem da Rua da Capela de S. Lourenço retiradas do GoogleMaps.

GRÁFICO HORÁRIO - RELIQUIAS DE 1949

RELÍQUIAS DE UM PASSADO RECENTE

Em 1949, era vendido pela importância de 5$00 o GRAFICO HORÁRIO DO GLOBO TERRESTRE. O seu autor Manuel Joaquim Paulino, natural de Rio de Moinhos - Aljustrel. 

À época um documento de estudo na 4ª classe do Ensino Primário Elementar.  Estes documentos foram encontrados dentro de um livro da minha pequena biblioteca.

Já que falamos de GRÁFICO HORÁRIO, para quando o arranjo do RELÓGIO DE SOL que se encontra junto ao Café Alcaide?